Escrever todos os dias – dia 19

Esta é uma história verídica.

Senhora vem subindo pela calçada ao lado de um rapaz com um notebook na mão.

_Essas coisas de tecnologias que vocês japoneses fazem pra gente são muito boas, mas é difícil de mexer…
_É sim, mas vou dar um jeito para a senhora.
_Obrigada. Você é tão inteligente, não pensou em estudar um curso mais difícil?
_Eu sou formado em direito, mas….

E eles passaram.

O Poder da Paciência

M. J. RYAN, 2006, Sextante.

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Ser paciente é a capacidade de marter-se firme.

Certa vez minha mãe ouviu de uma amiga que não devemos dizer “Deus, dai-me paciência” porque se você pedir, Deus dá a paciência e também dá mais provações para que você a utilize. Apesar de eu ter ficado muito feliz porque este argumento foi muito convincente para ela, nunca concordei. Sempre achei que na verdade, as pessoas é que se esforçam para irritar pessoas pacientes até que elas saiam do eixo.

Além disso, sei que cada um é unicamente responsável por se auto-tirar-a-paciência. Então assim que me ofereceram este livro emprestado, achei que fosse pertinente porque com uma certa frequência, eu perco a linha.

Para a autora, praticar a paciência trás para nossa vida, mais qualidade em tudo que fazemos porque conseguimos lidar com as adversidades de forma sábia, eliminando a ansiedade e outros sentimentos negativos dos processos de coisas que estamos executando.

para ela, a paciência

“Faz reunir três qualidades essenciais da mente e do coração: persistência, serenidade e tolerância”

Bonito né?!  Vamos às aplicações.

Paciência com as coisas

Diante das adversidades existem basicamente dois tipos de comportamento: desistir ou persistir. Quando descobrimos que algo deu errado podemos desistir e nos contaminar com sentimentos negativos acreditando que não temos habilidade  ou observar o que pode ser melhorado e recomeçar ou reformular.

Por isso que Henry Drummond em Dom Supremo disse que “O mundo não é um playground, ele é uma sala de aula”, porque precisamos ser firmes e entender basicamente que não nascemos sabendo tudo ou como sempre diz Mário Cortella, não nascemos prontos, e precisamos olhar cada situação de forma única, uma forma que venha nos agregar.

Nós somos aquilo que pensamos. Se me deixo levar por meus pensamentos negativos, como posso querer construir coisas positivas? Logo, Se estou me contaminando com pensamentos ruins, melhor me forçar a ter bons pensamentos para obter melhores resultados.

Esta maneira de lidar com as coisas serve não só para as coisas práticas, mas para os problemas emocionais e psicológicos. Nos momentos difíceis, em vez de pensar “por que eu?” pensar “o que posso aprender com isso?” e transformar o resultado em algo bom.

Também é preciso saber esperar a hora certa. Eu gosto muito de manga, mas é época de mexerica. Adianta eu ficar me preocupando em conseguir mangas, se eu tenho as mexericas?

Há ainda os casos em que não podemos mudar uma situação e precisamos ter paciência para aceitá-la. Em último caso se aplica a filosofia do FODA-SE.

Paciência com as pessoas

Existe uma fórmula simples para ter paciência com as pessoas: entender que na maioria das vezes, elas estão fazendo o melhor que podem.

Se aceitamos as pessoas como elas são, damos a elas maior liberdade de serem elas mesmas além de mostrar que o terreno é seguro para crescer e frutificar, seja material ou emocionalmente. Por isso, a paciência está ligada ao amor, diretamente.

Eu diria até que paciência é uma forma de amor, já que é através dela que conseguimos criar relacionamentos fortes e duradouros.

Enfim, a paciência nos torna pessoas melhores.

Impressões

Livro curto, fácil  e gostoso de ser lido.

É o tipo de leitura que deveríamos repetir com frequência para sintetizar tudo que ela diz além de ajudar a  lembrar do que está indo bem ou o que podemos melhorar na maneira de lidar com as coisas do dia a dia.

Ajuda a nos aprimorarmos como pessoa.

Escrever todos os dias – dia 8

Quando me forço a escrever sinto que minha cabeça vai explodir, e tenho vontade de fugir. Mas fugir para onde se para qualquer lugar que eu vou, levo minha cabeça junto?

 

Escrever todos os dias – dia 5

Eu pulei alguns dias
mas vamos deixar claro
Ou eu escrevi algum post
Ou escrevi no diário

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Escrever todos os dias parece uma tarefa fácio
mas tem que gostar de fazer
e esquecer o ócio.

Estou fazendo este poema
porque me falta ideia
parece coisa de veia
mas é um grande problema

Ainda bem que não vivo disso
se eu quisesse escrever poemas
teria que ganhar dinheiro
trabalhando em outro oficio.

Eu gosto de plagiar poemas
como de Paulo Leminski
Mas hoje estou tão cansada
Porque vi quadros até de Kandinski

Não sei se essa história de “Arte”
me veio em boa hora
me agrada estudar a história
mas lidar com adolescente é foca.
Não seu corretor idiota, É FODA, É FODA.

Acho que vou proceder assim
sempre que estiver a toa
escrever qualquer bobeira
parece uma coisa boa.

PS: Tudo licença poética. 

Violetas na Janela

VERA LÚCIA MARINZECK DE CARVALHO, Petit, 1993.
Pelo Espírito Patrícia.

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Violetas nas Janela é um romance que conta a sobre a vida do espírito Patrícia na Colônia espiritual. Apesar de não ser aceito por parte dos espíritas, é um livro muito conhecido no Brasil sendo que já foram vendidas mais de 2 milhões de cópias e está na 47ª edição.

Acredito que tanto sucesso se dê  porque esta é uma história próxima dos brasileiros, além de falar sobre a vida espiritual de forma simples e direta, sanando a curiosidade do que acontece do outro lado.

Patrícia foi uma jovem de São Sebastião do Paraíso, Minas Gerais, que desencarnou dormindo aos 19 anos. Sendo de família espírita e conhecendo bem a doutrina, ela se comunica com a tia que é médium, Vera Lúcia, e conta como foi acordar na colônia, onde ela vive com quem, como, e o que faz lá.

Patrícia narra todos os momentos da sua adaptação à nova vida, e enquanto fala sobre nutrição, seus amigos de outras vidas, seus afazeres, vai explicando sobre a vida no mundo espiritual além de contar algumas histórias que servem como exemplo de como funciona a vida enquanto espírito.

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Impressões

À primeira vista, Violetas na janela é um livro para espiritas iniciantes. Explica tudo de forma simples e dentro de uma narrativa. É um livro curto e gostosinho de ler.

Algumas coisas parecem um pouco absurdas quando pensamos em como é a vida nas colônias espirituais mas como já li –  não me lembro se exatamente neste livro – não é o outro lado que se parece com este, é este que foi inspirado no outro lado. Portanto, e se for verdade?

Talvez eu tenha lido o livro somente para descobrir de onde vem o título e para outro curiosos como eu, finalmente vou spoillar.
A mãe da menina plantava violetas na janela da cozinha. Ao ir morar com a avó no plano espiritual, esta fez o mesmo para Patrícia se sentir em casa.

Se o livro fosse meu, se chamaria “Orquídeas na Janela”.

E a lição mais importante que aprendi:

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“Não ser pedinte de graças, não querer que outras pessoas façam o que posso fazer e também, aprender a ser útil e a servir”. 

 

Escrever todos os dias – dia 2

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Às vezes passamos a vida sem conhecer uma pessoa. Aquela pessoa está tão próxima que não conseguimos ver seus defeitos e qualidades para um dia nos surpreendermos.

Graças ao facebook isso mudou. Agora é possível conhecer as mais belas bobagens que nossos amigos pensam e fazem sobre o mundo proporcionando as mais incríveis decepções ou boas surpresas!

Escrever todos os dias – dia 1

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Hoje estou começando a tarefa de escrever todos os dias e fazer um “X” no calendário.
Queria muito começar a escrever com freqüência sem ter que esperar pelo dia em que eu esteja sofrendo, irritada ou dopada de café.

Eu deveria estar escrevendo isso no meu diário mas por aqui é mais fácil porque estou assistindo “doce de mãe” que aliás, é muito muito fofo, recomendo sempre – e digitando, consigo escrever sem ter que olhar para a tela. O importante é escrever. Meta cumprida.