O QUE A VIDA ME ENSINOU: Viver em Paz para Morrer em Paz (paixão, sentido e felicidade)

MÁRIO SERGIO CORTELLA, Editora Saraiva, 2009

Terminei de ler este livro a um tempo, mas só de pensar em falar sobre ele me canso. Fico cansada só de ler este título enorme. Felizmente, é um cansaço bom.

No resumo do primeiro livro do Cortella que li, Qual é a tua obra?, já expliquei minha admiração por ele. Ao ler este segundo livro, continuo o admirando, mas tenho uma outra certeza: seus livros precisam serem lidos, várias vezes. Suas palavras são um bombardeio de ideias, conceitos e questionamentos os quais eu poderia passar horas discutindo,enquanto resumir me parece ofensivo. Ao fim de cada capítulo penso que não deveria continuar a leitura,  deveria reler o capítulo e ficar divagando sobre aquilo.

Em O que a vida me ensinou, o escritor fala sobre coisas que respondem à pergunta que dá nome a esta coleção. Ele conta como a vida pode ser cheia de graça, como se tornou quem é hoje, como começou a gostar de ler, entre outros assuntos que vão se entrelaçando ao longo da leitura.

Entre os temas mais atuais, está o consumismo, a necessidade social de exposição – principalmente relacionadas às redes sociais e a insistência em ser diferente numa sociedade onde quase tudo já foi feito, além de discussões sobre valores e atitudes.

Escrevi anteriormente meu protesto por conta da afirmação que Cortella fez sobre os diários, em Diário – o livro proibido, mas qualquer outra ideia que eu crie aqui sobre o livro seria artificial. Mas minha recomendação é que o livro seja lido como uma experiência única, um momento para repensar a vida e os valores.

No mais, deixo esta música que o autor descreve como a erotização da vida. A cantora e compositora de Gracias a la vida, Violeta Parra, lançou a música um ano antes de cometer suicídio, ironicamente.

Por Patrícia Bedin

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2 ideias sobre “O QUE A VIDA ME ENSINOU: Viver em Paz para Morrer em Paz (paixão, sentido e felicidade)

  1. Ricardo Domingues Ferreira

    Olá. Não é ficar devagando sobre o assunto, e sim divagando. Vem do verbo divagar.

    Tenho a mesma visão sobre o Cortella e acho os livros dele fantásticos. Estou completando minha coleção, vou comprar todos.

    Abraço.

    Resposta

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